As vezes, acho que sou invisível...
As vezes tenho certeza disso...
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Praça x Bola
Nostálgico.
É isso que o cheiro dele é para mim.
Nostálgico.
É isso que esse lugar é.
Nostálgico.
É isso que ele é.
Nostálgico.
Nostalgia.
Mas que merda!
É isso que o cheiro dele é para mim.
Nostálgico.
É isso que esse lugar é.
Nostálgico.
É isso que ele é.
Nostálgico.
Nostalgia.
Mas que merda!
16 Jan 2012
Porque teve que ser assim?
Porque é assim?
Não seria mais fácil se não fosse?
Seu eu não sentisse?
Tantas duvidas
Nenhuma resposta
A vida seguindo
E eu fingindo estar sorrindo
Agindo sem pensar
Doar em vão
E ter a fúria de um furacão!
Pensar no que foi
Sendo que não foi real
A verdade machuca
Destrói a esperança
Do que não foi
Daquilo que nunca será
A vida continua seguindo
E o meu futuro adormecido
Morre assim,
Sendo morto,
Sem dó e piedade
A sua vida continua seguindo
Mas a minha?
Eu preciso voltar a viver
Sem me deixar morrer.
Porque é assim?
Não seria mais fácil se não fosse?
Seu eu não sentisse?
Tantas duvidas
Nenhuma resposta
A vida seguindo
E eu fingindo estar sorrindo
Agindo sem pensar
Doar em vão
E ter a fúria de um furacão!
Pensar no que foi
Sendo que não foi real
A verdade machuca
Destrói a esperança
Do que não foi
Daquilo que nunca será
A vida continua seguindo
E o meu futuro adormecido
Morre assim,
Sendo morto,
Sem dó e piedade
A sua vida continua seguindo
Mas a minha?
Eu preciso voltar a viver
Sem me deixar morrer.
E...
Não adianta, eu tentei, só pode ser impossível.
Ate que uns tempos atrás eu não pensava em você, e quando pensava era com ódio.
Mas agora não, você não sai da minha cabeça.
O problema é que não com segundas intenções, e sim como amigo.
Não consigo deixar de sorrir quando lembro dos nossos momentos, e não me entristeço na certeza de que eles nunca voltarão.
Não posso te ter como namorado, peguete, ficante, nem nada.
Masnão me contento com a sua amizade.
Não, não me contento.
Eu fico muito feliz com isso, e ate te agradeço.
Porem, apesar de tudo isso, eu ainda nutro um carinho amoroso muito grande por você.
O primeiro não esquecemos certo?
Que bosta.
Ate que uns tempos atrás eu não pensava em você, e quando pensava era com ódio.
Mas agora não, você não sai da minha cabeça.
O problema é que não com segundas intenções, e sim como amigo.
Não consigo deixar de sorrir quando lembro dos nossos momentos, e não me entristeço na certeza de que eles nunca voltarão.
Não posso te ter como namorado, peguete, ficante, nem nada.
Mas
Não, não me contento.
Eu fico muito feliz com isso, e ate te agradeço.
Porem, apesar de tudo isso, eu ainda nutro um carinho amoroso muito grande por você.
O primeiro não esquecemos certo?
Que bosta.
De volta do Inferno, aqui estou eu!
Ele sente saudades de mim, eu sinto saudades dele, mas o estranho é que não estou disposta a matar essa saudade.
A falta de interesse e de disposição que é o Inferno na Terra.
A Luz deixou meus olhos, a energia deixou meu corpo, meu coração deixou de "sentir", mas a dor permaneceu no meu peito... avisando que a esperança ainda não morreu.
A falta de interesse e de disposição que é o Inferno na Terra.
A Luz deixou meus olhos, a energia deixou meu corpo, meu coração deixou de "sentir", mas a dor permaneceu no meu peito... avisando que a esperança ainda não morreu.
Para "você"
A verdade, vestida e assada, é que você me dilacera.
Você? Não, eu não sei. Eu não sei pra qual “você" eu escrevo. Eu nunca
soube de quem eu verdadeiramente insisto em falar. Não sei onde mora a minha
terceira pessoa, mas todas as outras insistem em escrever pra “você".
Eu odeio você. Eu verdadeiramente odeio você. E sem essa história de que amo odiar você, não. Não é nenhum sentimento de psicologia reversa… Não é nenhuma tática pra comprimir um sentimento bonito, ganhar admiração. não. Eu não quero falar sobre as minhas xícaras de café, sobre a minha coleção de canetas, não quero falar sobre morte alguma. Nada me agrada hoje. Nenhum mal do século e nenhuma poesia. Estou simplesmente de saco cheio.
É incrível o silêncio que um grito comprimido faz. A gente se vê num enorme buraco e ao invés de se atirar, grita pra esquecer a tristeza. E você grita num precipício e ele te devora com as mesmas armas que você usa, de maneira deformada, de maneira mais lírica, deformada, é deformada. Esqueça o lirismo. O precipício grita três vezes, cada vez menos audível, pra você ouvir a si mesmo e perceber o quanto você parece um idiota gritando pra um buraco. Mas se não for assim, ninguém percebe que você tem um fundo. E que não tem nenhuma menina “seven days" pra fazer com que você corra do fundo de seja lá qual for o poço.
O que me irrita hoje é o computador que não funciona direito quando eu digo que vou escrever alguma coisa que preste, minha prima que comeu os chocolates que eu tinha guardado pra uma ocasião especial, o bombardeio de matéria que eu nunca vou usar na minha vida. O que me irrita hoje não tem mais nada a ver com você. Talvez eu me sentisse melhor se dissesse que tudo isso é culpa sua, que o amor que eu senti por você foi o verdadeiro culpado pela lástima de ser humano que eu me tornei, mas não, você não tem culpa de nada. E dá quase pra sentir o seu prazer daqui ao ler o que eu escrevo, se é que você aprendeu a ler um dia. A Bíblia não conta. Não conta mesmo, porque você nunca leu.
O que eu quero é te esquecer. Desculpe a sinceridade, mas eu te amei com tripas, cérebro e estômago. Um amor neutro, água e sal, tão sem graça quanto tinta endurecida, que acabou por fazer uma catástrofe dentro de mim. E saber que eu me desgastei, que eu sofri, que eu esperneei por algo que, desculpe novamente, não ficou. Tanto é que você nem passou pela minha cabeça quando me vi completamente cansado de viver.
E não é amor rejeitado, é ódio. Eu sei o que é amor porque nunca nos amamos. E nunca te amar me fez pontuar o amor, estabelecer normas, padrões, regras, gramática de norma culta. Eu juro que, trocando por miúdos, nosso amor se equivale a uma nota máxima de redação. Do que isso vale? Do que vale o amor de régua? Do que valem as competências num mundo onde um ser humano insone consegue escrever mil e um parágrafos sobre como é sensação de estar verdadeiramente “caps lock" na vida? Nada, meu amor. Absolutamente nada. Eu não dou a mínima pra violência nessa cidade, pro consumismo, pro caos na saúde, eu não dou a mínima. Mas eu sei me importar com os teus detalhes, não sei? Todas as minhas redações foram parar no lixo. Todas as notas máximas em história. O que ficou? Nada. Eu até hoje não sei usar crase e nunca vou aprender. O seu amor, o nosso amor, o meu amor… É um boletim sentimental adulterado.
Dá raiva, dá nojo, dá angústia que, se duvidar, fica maior que o coração. Não é saudade, não, é asia mesmo. Sensação de mal estar quando eu lembro do seu aniversário e da sua cor preferida. Não se faça de importante, porque não, não é. É o mesmo que tomar conta do bebê do vizinho. Você entende a analogia? Eu não sou homem de deixar que um bebê passe por maus bocados, mas você é o bebê do vizinho. Bebê do vizinho. Que grande porcaria. Palmas.
Todos os beijos que eu desejei, todas as noites que eu rodo e ainda rodei… Deus, pra quê? Por que? Você não passa de coisa menor que uma decepção. Você não se iguala aos meus desafetos porque pra ser um des tem que ter pelo menos o afeto. E não teve. O que nós tivemos, afinal? O que nós gritamos naquele fundo de vida? O que foi aquela coisa que parecia com felicidade? Se “você" não sabe, quem dirá eu, o idiota remoendo um ódio. Ódio. Logo o ódio.
E o pior é que eu respiro você. Todas as noites, em todas as frestas da janela, em todos os espaços de tédio que sinto ao escutar romancistas de meia-tigela falarem do primeiro beijo com toda aquela poesia ridícula de quem ainda vai aprender a soletrar “Fulaninha? Já peguei". Pois é, já peguei. Fulaninha, Cicraninha, Beltraninha, e aí, onde fica a parte do desprezo e da insensibilidade? Por que você não fica um pouco mais pra me aborrecer juntamente com o computador que agora, neste minuto, está começando a me irritar de novo? Você não fica porque eu não deixo. Eu simplesmente não me permito que você permaneça gritando no meu ouvido que me ama, sem nunca ter dito uma palavra. Eu renuncio da minha esquizofrenia, nem que pra isso eu tenha que ser o mais estúpido dos moleques. O que vem agora, depois dos intervalos, não sei. Por enquanto eu fico espelhando o vidro que me corta as veias nos dentes. Eu fico apagando o brilho da vida com escova de dentes usada… Que uso para limpar a minha aparência da sujeira que, sem querer, eu causo só por não suportar ouvir a droga do seu nome.
Então é isso. Eu espero, do fundo do meu coração, que você vá pro inferno, porque não faz diferença. Você aqui, você no colo do Diabo, você tirando foto com o Papai Noel, que se dane.
Porque eu nunca amei você. Nós pulamos essa fase. E você sabe.
Você sabe. Você sabe de todos os meus esteriótipos. E isso significa, amor, que você não sabe absolutamente nada sobre mim
Mas quem é “você"?
(Cinzentos)
Eu odeio você. Eu verdadeiramente odeio você. E sem essa história de que amo odiar você, não. Não é nenhum sentimento de psicologia reversa… Não é nenhuma tática pra comprimir um sentimento bonito, ganhar admiração. não. Eu não quero falar sobre as minhas xícaras de café, sobre a minha coleção de canetas, não quero falar sobre morte alguma. Nada me agrada hoje. Nenhum mal do século e nenhuma poesia. Estou simplesmente de saco cheio.
É incrível o silêncio que um grito comprimido faz. A gente se vê num enorme buraco e ao invés de se atirar, grita pra esquecer a tristeza. E você grita num precipício e ele te devora com as mesmas armas que você usa, de maneira deformada, de maneira mais lírica, deformada, é deformada. Esqueça o lirismo. O precipício grita três vezes, cada vez menos audível, pra você ouvir a si mesmo e perceber o quanto você parece um idiota gritando pra um buraco. Mas se não for assim, ninguém percebe que você tem um fundo. E que não tem nenhuma menina “seven days" pra fazer com que você corra do fundo de seja lá qual for o poço.
O que me irrita hoje é o computador que não funciona direito quando eu digo que vou escrever alguma coisa que preste, minha prima que comeu os chocolates que eu tinha guardado pra uma ocasião especial, o bombardeio de matéria que eu nunca vou usar na minha vida. O que me irrita hoje não tem mais nada a ver com você. Talvez eu me sentisse melhor se dissesse que tudo isso é culpa sua, que o amor que eu senti por você foi o verdadeiro culpado pela lástima de ser humano que eu me tornei, mas não, você não tem culpa de nada. E dá quase pra sentir o seu prazer daqui ao ler o que eu escrevo, se é que você aprendeu a ler um dia. A Bíblia não conta. Não conta mesmo, porque você nunca leu.
O que eu quero é te esquecer. Desculpe a sinceridade, mas eu te amei com tripas, cérebro e estômago. Um amor neutro, água e sal, tão sem graça quanto tinta endurecida, que acabou por fazer uma catástrofe dentro de mim. E saber que eu me desgastei, que eu sofri, que eu esperneei por algo que, desculpe novamente, não ficou. Tanto é que você nem passou pela minha cabeça quando me vi completamente cansado de viver.
E não é amor rejeitado, é ódio. Eu sei o que é amor porque nunca nos amamos. E nunca te amar me fez pontuar o amor, estabelecer normas, padrões, regras, gramática de norma culta. Eu juro que, trocando por miúdos, nosso amor se equivale a uma nota máxima de redação. Do que isso vale? Do que vale o amor de régua? Do que valem as competências num mundo onde um ser humano insone consegue escrever mil e um parágrafos sobre como é sensação de estar verdadeiramente “caps lock" na vida? Nada, meu amor. Absolutamente nada. Eu não dou a mínima pra violência nessa cidade, pro consumismo, pro caos na saúde, eu não dou a mínima. Mas eu sei me importar com os teus detalhes, não sei? Todas as minhas redações foram parar no lixo. Todas as notas máximas em história. O que ficou? Nada. Eu até hoje não sei usar crase e nunca vou aprender. O seu amor, o nosso amor, o meu amor… É um boletim sentimental adulterado.
Dá raiva, dá nojo, dá angústia que, se duvidar, fica maior que o coração. Não é saudade, não, é asia mesmo. Sensação de mal estar quando eu lembro do seu aniversário e da sua cor preferida. Não se faça de importante, porque não, não é. É o mesmo que tomar conta do bebê do vizinho. Você entende a analogia? Eu não sou homem de deixar que um bebê passe por maus bocados, mas você é o bebê do vizinho. Bebê do vizinho. Que grande porcaria. Palmas.
Todos os beijos que eu desejei, todas as noites que eu rodo e ainda rodei… Deus, pra quê? Por que? Você não passa de coisa menor que uma decepção. Você não se iguala aos meus desafetos porque pra ser um des tem que ter pelo menos o afeto. E não teve. O que nós tivemos, afinal? O que nós gritamos naquele fundo de vida? O que foi aquela coisa que parecia com felicidade? Se “você" não sabe, quem dirá eu, o idiota remoendo um ódio. Ódio. Logo o ódio.
E o pior é que eu respiro você. Todas as noites, em todas as frestas da janela, em todos os espaços de tédio que sinto ao escutar romancistas de meia-tigela falarem do primeiro beijo com toda aquela poesia ridícula de quem ainda vai aprender a soletrar “Fulaninha? Já peguei". Pois é, já peguei. Fulaninha, Cicraninha, Beltraninha, e aí, onde fica a parte do desprezo e da insensibilidade? Por que você não fica um pouco mais pra me aborrecer juntamente com o computador que agora, neste minuto, está começando a me irritar de novo? Você não fica porque eu não deixo. Eu simplesmente não me permito que você permaneça gritando no meu ouvido que me ama, sem nunca ter dito uma palavra. Eu renuncio da minha esquizofrenia, nem que pra isso eu tenha que ser o mais estúpido dos moleques. O que vem agora, depois dos intervalos, não sei. Por enquanto eu fico espelhando o vidro que me corta as veias nos dentes. Eu fico apagando o brilho da vida com escova de dentes usada… Que uso para limpar a minha aparência da sujeira que, sem querer, eu causo só por não suportar ouvir a droga do seu nome.
Então é isso. Eu espero, do fundo do meu coração, que você vá pro inferno, porque não faz diferença. Você aqui, você no colo do Diabo, você tirando foto com o Papai Noel, que se dane.
Porque eu nunca amei você. Nós pulamos essa fase. E você sabe.
Você sabe. Você sabe de todos os meus esteriótipos. E isso significa, amor, que você não sabe absolutamente nada sobre mim
Mas quem é “você"?
(Cinzentos)
Assinar:
Comentários (Atom)